Por: Osni Guaiano
A situação da dengue no Estado assumiu, desde 2002, proporções de maior risco em toda a sua história, havendo possibilidade, atualmente, se não forem tomadas as providências necessárias, de ocorrência de epidemia de dengue hemorrágica em diversos municípios paulistas, acarretando significativos prejuízos sociais e econômicos para as regiões atingidas, com reflexos negativos para o comércio em geral.
Evitar locais de criação de larvas do mosquito é obrigação de todos os cidadãos, sendo fundamental que os responsáveis por estabelecimentos comerciais adotem todos os cuidados necessários, conforme segue:
A situação da dengue no Estado assumiu, desde 2002, proporções de maior risco em toda a sua história, havendo possibilidade, atualmente, se não forem tomadas as providências necessárias, de ocorrência de epidemia de dengue hemorrágica em diversos municípios paulistas, acarretando significativos prejuízos sociais e econômicos para as regiões atingidas, com reflexos negativos para o comércio em geral.
Evitar locais de criação de larvas do mosquito é obrigação de todos os cidadãos, sendo fundamental que os responsáveis por estabelecimentos comerciais adotem todos os cuidados necessários, conforme segue:
- Ralos externos e canaletas de drenagens para água de chuva: colocar tela de nylon (trama de 1 milímetro) ou colocar sal semanalmente.
- Ralos internos de esgoto: colocar tampa “abre-e-fecha” ou tela de nylon (trama de 1 milímetro) ou tratar com duas colheres de sopa de sal, no mínimo semanalmente.
- Lajes e marquises: manter o escoamento da água desobstruindo e sem depressões que permitam acúmulo de água, eliminando eventuais poças após cada chuva.
- Calhas: manter sempre limpas e sem pontos de acúmulo de água.
- Caixas d'água: mantê-las vedadas (sem frestas) ou ao menos teladas (trama de 1 milímetro) e realizar periodicamente sua limpeza.
- Fossos de elevador: verificar semanalmente se existe acúmulo de água, providenciando seu esgotamento por bombeamento.
- Vasos sanitários sem uso diário: manter sempre tampados, acionando a descarga semanalmente; caso não possuam tampa, vedar com saco plástico aderido com fita adesiva. Não sendo possível a vedação, acionar a válvula semanalmente, adicionando a seguir duas colheres de sopa de sal.
- Caixas de descarga sem tampa e sem uso diário: tampar com filme de polietileno ou saco plástico aderido com fita adesiva.
- Aparelhos de ar condicionado: o ideal é que possuam mangueira para evitar acúmulo de água na bandeja, pois ao contrário, se faz necessário furar a bandeja.
- Aparelhos de ar condicionado central: realizar monitoramento adequado de modo a evitar acúmulo de água em qualquer de suas partes.
- Pratos e pingadeiras de vasos de plantas: eliminar os pratos e pingadeiras onde for possível ou utilizar pratos justapostos aos vasos ou ainda colocar areia grossa no prato ou pingadeira até a borda.
- Vasos de plantas na água: mudar a planta para vaso com terra.
- Plástico ou lona para cobrir equipamentos, peças e outros materiais: manter esticado e cortar o excesso, de modo a permitir que fiquem rente aos materiais cobertos, evitando sobras ou pontos de acúmulo de água na parte superior e inferior.
- Material inservível (latas, garrafas plásticas, copos, potes...): colocá-los no cesto ou saco de lixo para a coleta da Limpeza Pública.
- Garrafas retornáveis: na impossibilidade de guardá-las em local coberto, mantê-las emborcadas evitando acúmulo de água no seu interior.
- Bromélias: substitua por outro tipo de planta que não acumule água. Enquanto essa providência não for adotada, regar abundantemente com mangueira sob pressão, duas vezes por semana.